Ajuda: O Jogo com Prolongamento

A missão Ajuda: O jogo com prolongamento foi concluída com sucesso. Este é um mais um projeto da parceria entre a Fundação do Futebol e a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, desta vez no apoio à Rede de Emergência Alimentar.

Esta campanha permitiu contribuir com equipamentos e bens alimentares para ajudar 16 Bancos Alimentares de norte a sul do país e ilhas, numa ação que permite ajudar 2218 instituições e mais de 356 666 pessoas.

Tiago Madureira, Diretor Executivo da Liga Portugal, enfatizou que o futebol vai além das quatro linhas e que a sua dimensão deve ser utilizada para ajudar a promover causas de responsabilidade social.

“O nome da ação é demonstrativo daquilo que deve ser a intervenção que a Fundação do Futebol se propôs a fazer na sua génese, que é perceber que o desporto e o Futebol vão muito para lá do jogo e há um prolongamento que tem de existir. Uma extensão da sua intervenção, do uso da notoriedade e da sua capacidade de intervenção junto das pessoas para a Responsabilidade Social e para a intervenção nas várias áreas de domínio social,” disse no rescaldo desta ação.

Já para Maria João Matos, Responsável da Direção de Comunicação e Marcas da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, esta colaboração com a Fundação do Futebol é fundamental para dar consistência a esta campanha.

“A Santa Casa da Misericórdia move-se há 5 séculos por boas causas, pela promoção do bem-estar, de cuidados sociais e cuidados de saúde a populações mais desfavorecidas, sobretudo crianças e jovens. Não podia deixar de estar junto da Fundação do Futebol da Liga Portugal neste projeto, nesta cooperação, em torno de uma Responsabilidade Social tão importante”, destacou.

Por sua vez, Isabel Jonet, Presidente do Banco Alimentar Contra a Fome, falou da importância e da dimensão desta ação, salientando que equipamentos são bens de primeira necessidade para esta instituição.

“Os bancos alimentares são entrepostos logísticos de comida, que é entregue diariamente às instituições. No total, são entregues mais de 120 toneladas pelos 21 bancos alimentares que, em funcionamento, ajudam a alimentar 4% da população portuguesa. Ora, os bancos precisam de empilhadoras, porta-paletes, máquinas para lavar o chão, câmaras frigoríficas e câmaras de congelação. Estes equipamentos que o público em geral quando ouve falar das campanhas do Banco Alimentar não imagina que sejam necessários, são a base sobre a qual funciona toda a atividade. Se não houver bons equipamentos, eficazes e eficientes, nós não podemos funcionar, mas, além disso, os nossos voluntários terão muita mais dificuldade em executar as suas tarefas de preparação dos alimentos, se não tiverem um bom material à sua disposição. E, portanto, ter empresas e parceiros que acreditam que estes equipamentos podem criar mais valor é muito, muito importante e estamos muito gratos,” disse.


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